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domingo, 1 de janeiro de 2017

Quiz 19: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 19: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 19: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (SAEMI). Leia o texto abaixo.

O Lobisomem e a Lua cheia

    O Lobisomem é um bicho muito tranquilo... A não ser em noites de Lua cheia. Isso mesmo! Vai chegando a Lua cheia e ele fica agitado, andando de um lado para o outro.

    Sabe por quê? Ele se torna romântico e só quer saber de fazer serenatas! O que é serenata? É a vontade de cantar para alguém, inspirado pela beleza da noite...

    Logo que a Lua nasce, ele sai de casa e só retorna quando o Sol desponta. Faz serenata para todas as moças da floresta. Elas ficam encantadas com o romantismo e a linda voz do Lobisomem.

    Quando a Lua começa a minguar, o Lobisomem vai se acalmando... Na Lua nova, já nem se lembra das serenatas! Mas é só a Lua crescer e ele começa a ficar romântico, a conversar com as flores, meio que apaixonado...

    Até a Lua cheia tornar a brilhar no céu. Então, o Lobisomem pega a sua viola e volta a fazer lindas serenatas...

    Ainda bem, pois as mocinhas da floresta já estavam com saudades!

LUFE. O Lobisomem e a Lua cheia. Editora Leitura. (Coleção Festa na floresta).

Nesse texto, o que faz com que o Lobisomem fique agitado?


2. (SADEAM). Leia o texto abaixo.

Cidadezinha

  Cidadezinha cheia de graça...

  Tão pequenina que até causa dó!

  Com seus burricos a pastar na praça ...

  Sua igrejinha de uma torre só...

  Nuvens que venham, nuvens e asas,

  Não param nunca nem um segundo...

  E fica a torre, sobre as velhas casas,

  Fica cismando como é vasto o mundo!...

  Eu que de longe venho perdido,

  Sem pouso fixo (a triste sina!)

  Ah, quem me dera ter lá nascido!

  Lá toda a vida poder morar!

  Cidadezinha... Tão pequenina

  Que toda cabe num só olhar...

QUINTANA, Mário. Lili inventa o mundo. Porto Alegre: Mercado Alberto, 1983 p. 5.

No verso “Ah, quem me dera ter nascido!”, o termo destacado refere-se à


3. (Sobral-CE). Leia o texto e responda.

A lua

    Numerosas lendas dizem que, no princípio, dois sois nasceram juntos. Isso provocou um calor e uma luz insuportáveis e uma rivalidade violenta entre os dois astros. Na áfrica, contam que um dos sois sugeriu ao outro tomar banho juntos, mas ele só fingiu pretender entrar no rio. O outro mergulhou mesmo e apagou-se quase por completo. Transformado-se na Lua, “ele” não pôde mais aquecer, embora ainda ilumine.

    Muitos povos explicam que as manchas na superfície da Lua são marcas da poeira que o Sol, despeitado, jogou para apagar o brilho dela.

Catherine Ragache e Claude Ragache. A criação do mundo. São Paulo: Ática, 2003.

A palavra “ele” (1° parágrafo) está se referindo ao


4. (SAEPE). Leia o texto abaixo.

A onça e a coelhinha

    Uma onça faminta vagava pela floresta à procura de comida.

    De repente, uma coelha branquinha pulou diante dela.

    Percebendo a intenção da onça, o pequeno animal tentou distrair o poderoso adversário.

    – Bom dia, dona Onça, como vai?

    – Muito bem, e vai ficar melhor – respondeu a onça, lançando olhares famintos para a indefesa coelhinha.

    – Sabe, tenho seis lindos filhotes que acabaram de nascer. A senhora quer conhecê-los?

    – Oh, sim, por que não? – disse a onça, já pensando num almoço farto.

    – Então, espere que vou buscá-los. Volto já. A onça nem foi atrás.

    Só pensava no banquete que a aguardava.

    E lá ficou à espera.

    Se ainda permanece no local, não sei, não.

    Só sei que desta vez a coelhinha escapou de virar comida de onça.

AROEIRA, M. Luisa; BIZZOTO, M. Inês Bizzoto (adapt.). Armazém de Textos. FAPI.

Nesse texto, a coelha foi


5. (SEMEC - E.M.Ministro Marcos Freire). Leia o texto abaixo do cartunista brasileiro Jean Galvão.

    A Declaração Universal dos Direitos da Criança garante às crianças o direito à educação, o direito de não trabalhar e não ser explorado, o direito à alimentação e a cuidados médicos. Será que esses direitos vêm sendo respeitados em nosso país?

As palavras escritas no cartum se referem


6. (Sobral-CE). Leia o texto e responda.

FIGURAS CARNAVALESCAS

    O Rei Momo é o personagem que se tornou símbolo do Carnaval brasileiro. A figura é de origem portuguesa e foi inspirada no bufo, considerado ator muito comum em Portugal, que representava pequenas comédias teatrais para divertir os nobres.

    No entanto, em todo o mundo, há figuras que embelezam e compõem a festa carnavalesca. As três principais são Pierrô, Arlequim e Colombina. Os três compõem um drama de amor.

    Surgiram entre os séculos XVI e XVIII, a partir de uma companhia de atores italianos que se instalou na França.

    Pierrô é um personagem sentimental e uma de suas principais características é a ingenuidade, surgindo sempre com uma expressão de tristeza no rosto. Seus trajes são o de um palhaço refinado com um bandolim.

    Arlequim é o rival de Pierrô pelo amor de Colombina, representando o malandro, o palhaço farsante, cômico, cujos trajes são confeccionados a partir de retalhos triangulares.

    Colombina é uma criada de quarto, pela qual Pierrô se apaixona. Mas ela é volúvel, esperta, sedutora e, na realidade, se faz amante de Arlequim. Seus trajes são de cores variadas, acompanhado quase sempre os de Arlequim. Ela se veste, também, como uma “arlequineta”.

Cecílio Elis Neto. Revista Na Poltrona (revista de bordo do Grupo Itapemirim), mar. 2003. (Fragmento.)

O texto tem como tema


7. Leia o texto abaixo.

QUANDO TUDO ACONTECEU...

    O maior escritor infantil brasileiro de todos os tempos, José Bento Monteiro Lobato, nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté (SP). Cresceu numa fazenda, se formou em direito sem nenhum entusiasmo, já que sempre quis ser pintor! Em 1970 foi para Areias como promotor público, casou com Maria Pureza com quem teve três filhos. Entendido com a vida numa cidade pequena, escreveu prefácios, fez traduções, mudou para a fazenda Buquira, tentou modernizar a lavoura arcaica, criou o polêmico “Jeca Tatu”, fez uma imensa e acalentada pesquisa sobre o SACI publicada no Jornal O Estado de São Paulo. – Em 1918 lançou, com sucesso, seu primeiro livro de contos Urupês.

    – Em 1920 lançou A MENINA DO NARIZ ARREBITADO, com desenhos e capa de Voltolino, conseguindo sua adoção em escolas e uma edição recorde de 50.000 exemplares. – morreu em 4 de julho de 1948 dum acidente vascular.

    – Suas obras completas são constituídas por 17 volumes dirigidos às crianças e 17 para adultos englobando contos, ensaios, artigos e correspondência.

A finalidade do texto é:


8. (Reforço digital – RJ). Leia o texto a seguir e responda:

CANSAÇO

    – Ufa, Paulinho! Esse jogo foi o mais difícil do campeonato.

    – É verdade, Carol! Eu já não aguentava mais correr atrás da bola.

    – Eu também, mas valeu a pena, a gente ganhou o torneio.

    – Agora podemos sentar e descansar um pouco até a hora da premiação.

    – Acho que vamos ter de deixar o descanso para depois. A premiação já está começando.

    – Então, vamos lá!

Fonte: Adaptado de Souza, Cássia. De olho no futuro. SP. Quinteto Editorial: 2003

O trecho – “Acho que vamos ter de deixar o descanso para depois. A premiação já está começando”, foi falado por


9. (PROEB). Leia o texto abaixo.

Minha visão da África

    Um dia minha mãe foi me buscar na escola.

    Ela fez uma cara séria e disse que a gente precisava conversar.

    – Filha, eu fui convidada para trabalhar na embaixada brasileira em Angola e vou ter que morar lá por pelo menos um ano.

    Como eu não sou muito boa de Geografia, tive que perguntar:

    – Onde fica Angola?

    – Na África, Bia.

    Aí a coisa engrossou. Já estava quase decidida a ir com minha mãe, mas para a África era um pouco radical demais:

    – Você tá brincando, né, mãe? Tá querendo me levar para o meio da selva, com um monte de leões e elefantes?

    Minha mãe respondeu séria:

    – Essa é uma visão errada da África. Lá existem leões e elefantes, mas eles estão em reservas. Além disso, também existem muitas cidades grandes como as nossas.

DREGUER, Ricardo. Bia na África. São Paulo: Moderna, 2007.

De acordo com esse texto, na opinião de Bia, a África


10. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo e responda.

O socorro

    Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão – coveiro – era cavar. Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais. Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que, sozinho, não conseguiria sair. Gritou. Ninguém atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar, desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova, desesperado. A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite escura, não se ouvia um som humano, embora o cemitério estivesse cheio de pipilos e coaxares naturais dos matos. Só pouco depois da meia-noite é que lá vieram uns passos. Deitado no fundo da cova o coveiro gritou. Os passos se aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia: ― O que é que há?”.

    O coveiro então gritou desesperado: ―Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível!”. ―Mas, coitado!‖ condoeu-se o bêbado – ―Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima de você, meu pobre mortinho!‖ E pegando a pá, encheu-a de terra e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente.

Moral: Nos momentos graves é preciso verificar muito bem a quem se apela.

FERNANDES, Millôr. Disponível em: http://citador.weblog.com.pt/arquivo/109176.html

O que faz esse texto ficar engraçado?


11. (Sobral-CE). Leia o texto abaixo e responda.

Toda Mafalda. Joaquim Salvador Lavado, (Quino), São Paulo: Martins Fontes: 1993, p. 111.

Neste trecho "ALÉM DISSO..." (quadrinho 3), as reticências estão indicando


12. (Reforço digital – RJ). Leia os textos e responda:

TEXTO 1

    O BISCOITO é o produto obtido pela mistura, amassamento e cozimento conveniente de massa preparada com farinhas e outras substâncias alimentícias.

    História: A história do biscoito vem desde o tempo dos homens das cavernas. Nessa época, quando o homem já comia alguns grãos, triturando-os com os dentes, ele teve a ideia de moê-los com pedra. Depois passou a misturá-los com água e secá-los ao fogo. (...)

    Atualidade: Hoje, o biscoito tem um dos maiores mercados de consumo. Calcula-se que nos últimos anos a produção nacional tenha girado em torno de 1 milhão de toneladas por ano, ou seja, algo em torno de 6 quilos de biscoitos consumidos anualmente, para cada habitante de nosso país.

Fonte: http://www.biscoito.com.br/

TEXTO 2

Biscoitos recheados podem fazer mal à saúde

Rafaela Bortolin

    Parece hábito de criança, mas tem muito adulto que também não resiste a um pacote de biscoitos recheados. (...)

    Porém, apesar de ser um hábito comum, os especialistas alertam que o consumo exagerado de biscoitos recheados pode fazer mal à saúde. (...)

    Uma dica legal para fugir dos problemas de saúde é substituir a ingestão de bolachas recheadas por frutas, sanduíches naturais, sucos e vitaminas.

Os textos 1 e 2 apresentam informações sobre




Quiz 18: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 18: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 18: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (SAEPI). Leia o texto abaixo e responda.

A passeata da Emília

    – Dona Dora, aqui é a diretora da escola da Emília.

    – Ai, meu Deus! O que foi que a minha filha aprontou?!

    – Calma. Dona Dora, ela não aprontou nada muuuiiito grave! Ela é uma das melhores alunas da classe.

    – Então o que aconteceu? Ela se machucou?

    – Não, Dona Dora. Ela... eu explico. É que ela começou uma passeata aqui na escola, ela está reivindicando aula nas férias de julho e de fim de ano!

    – O quê?! A Emília quer ter aula nas férias também?

    – Pois é! Ela até já convenceu alguns coleguinhas! Estão começando uma passeata.

    Será que a senhora poderia vir aqui?

    Meia hora depois:

    – Emília, minha filha! Emília...

    – Queremos aula nas férias! Queremos aula nas férias! Mãe, tô ocupada! Não tá vendo?

    – Me obedece, hein?! Senão vou tomar uma providência.

    – Mãe, tô ocupada! Queremos aula nas férias! Queremos...

    – Foi você quem pediu. (Cócegas). Acorda já! (Mais cócegas.) Vamos, acorda menina!

    – Para, manhê. Hã! Eu tava sonhando?!

    – Estava, e no primeiro dia de férias! A Aninha e a Juju estão te esperando para brincar.

    Vamos, levanta.

    – Aula nas férias?! Nem em sonho!

YAMASHITA, Tereza; BRÁS, Luis. Dias Incríveis. São Paulo: Callis, 2006. p. 19. * Adaptado: Reforma Ortográfica.

De acordo com esse texto, a passeata organizada por Emília


2. (SAERJ). Leia o texto abaixo.

Recreio. São Paulo: Abril, ano 10, n. 479, p. 24, 14 maio 2009.

A intenção da mãe ao mandar Antoninho pular na água era


3. (IDEBP). Leia o texto abaixo.

Um salto no tempo

    As informações levavam muito tempo para chegar ao seu destino. Mas, hoje, as enormes distâncias foram reduzidas e a comunicação a distância já pode ser realizada entre povos do mundo todo em questão de segundos. Graças ao desenvolvimento dos meios de comunicação, basta retirar o fone do gancho e fazer a ligação, ou sentar à frente de um computador e enviar a sua mensagem por e-mail, isto é, um correio eletrônico que envia e recebe informações de qualquer parte do planeta. [...]

Disponível em: http://migre.me/9SDH4. Acesso em: 22 maio 2011. Fragmento.

Qual é o assunto desse texto?


4. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo.

O príncipe sapo

    Uma feiticeira muito má transformou um belo príncipe num sapo, só o beijo de uma princesa desmancharia o feitiço.

    Um dia, uma linda princesa chegou perto da lagoa em que o príncipe morava. Cheio de esperança de ficar livre do feitiço, ele lhe pediu um beijo. Como ela era muito boa, venceu o nojo e, sem saber de nada, atendeu ao pedido do sapo: deu-lhe um beijo.

    Imediatamente o sapo voltou a ser príncipe, casou-se com a princesa e foram felizes para sempre.

Seieszka, Jon. O patinho realmente feio e outras histórias malucas. São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997, [s. p].

O que deu origem aos fatos narrados nesse texto?


5. (PROEB). Leia o texto abaixo e responda.

Como o cavalo se tornou Cervo do homem

    Há muitos e muitos anos, os animais viviam juntos, em total liberdade. O cavalo habitava a floresta e não conhecia o peso de uma sela nem a humilhação de puxar arados e carroças.

    Orgulhoso de sua força e beleza, o cavalo olhava os companheiros de cima para baixo. Certo dia, ele e o cervo brigaram. Cada um dizia que era o animal mais veloz das matas. Para resolver a questão, apostaram uma corrida, mas chegaram empatados. O cervo aceitou bem o resultado. O cavalo foi pedir ajuda ao homem:

    – Preciso vencer o cervo, mas não consigo...

    – Se eu o montar, conseguirá – disse o homem.

    O cavalo achou ótimo.

    O homem saltou sobre ele, colocou-lhe uma corda na boca como freio e o esporeou, para que corresse mais.

    E assim, ensinando-o a pegar a direção certa e a evitar obstáculos, o homem conduziu o cavalo à vitória. O cervo, vencido, retirou-se. O cavalo exultava:

    – Obrigado, agora vou voltar à minha floresta...

    – Nada disso, amigão – rebateu bruscamente o homem – acabo de descobrir que você pode me ser bastante útil. A partir de hoje, vou lhe dar casa e comida, e você me servirá.

    Vamos, siga-me já!

    Desde então, o cavalo perdeu a liberdade, fechado em estábulos, trabalhando nos campos ou puxando cargas. Quantas vezes não se culpou por ter trocado a independência por uma estúpida prova de velocidade.

MORAL DA HISTÓRIA: A ambição desmedida nos torna escravos.

Fabulinhas Famosas. São Paulo: Rideel, 2001. Adaptado.

O cavalo e o Cervo começaram a briga, porque


6. (SAEMI). Leia o texto:

RECEITINHA: SANDUÍCHE NATURAL

Ingredientes:

    1/2 xícara de alface picado

    3 fatias de tomate

    cenoura ralada a gosto

    1 colher de chá de margarina ou manteiga

    2 fatias de queijo mussarela

    2 fatias de pão de forma integral

    sal a gosto

    azeite a gosto

    orégano a gosto

Modo de Preparo:

    Tempere o tomate, a cenoura e o alface com o sal, azeite e orégano. Passe a margarina/manteiga no pão de forma.

    Depois coloque todos os ingredientes entre as duas fatias de pão.

    Se preferir coloque o pão para esquentar antes de comer, assim ele fica mais crocante.

    Agora é só saborear.

Esse texto tem a finalidade de


7. (SEDUC-RJ). Leia o texto abaixo.

26 DE JULHO

RICARDO AZEVEDO

    De manhã é assim: todo mundo vai à escola. Depois do almoço a turma se reúne para brincar. Tem vez que a gente passa a tarde andando de carrinho de rolimã.

    Ou então ficar empinando papagaio. Quase sempre a gente joga bola porque é bem melhor. Todo dia é legal, menos quando chove. Dia de chuva é um tédio. Não dá para fazer nada. O jeito é ficar sentado no quarto olhando pela janela a água cair feito um chuveiro. Depois da chuva, o jeito é fazer barquinho de papel e soltar na água que escorre pela calçada. (...)

Ricardo Azevedo. Nossa rua tem um problema.9.ed.São Paulo: Àtica, 1999, p.7-8.“Diário de Zurza” Rolimã: rolamento; pequeno carro de madeira, de brinquedo, que consiste em uma tábua sobre rolimãs. (fonte: Michaelis)

O trecho que mostra a ação do narrador na história é


8. Leia o texto abaixo.

O GATO E A GLOBALIZAÇÃO

    Depois de ser perseguido durante um bom tempo por um gato, o rato esconde-se numa toca e fica ali durante horas.

    Até que, ao ouvir latidos de cachorro, pensou que o gato tivesse ido embora e resolveu sair para passear.

    No entanto, assim que pôs a cabeça para fora foi pego pelas garras do gato.

    — Você imita latidos? – perguntou o rato espantado.

    — E o gato:

    — Meu amigo, neste mundo globalizado, quem não fala duas línguas morre de fome!

(Almanaque Brasil de Cultura Popular, set. 2000)

A frase que expressa uma opinião é:


9. (SAERJ). Leia o texto a seguir.

Robótica

    Robótica é um ramo da tecnologia que engloba mecânica, eletrônica e computação, que atualmente trata de sistemas compostos por máquinas e partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos elétricos.

    As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas, ao mesmo tempo, são uma imitação da vida, não passam de fios unidos e mecanismos, isso tudo junto concebe um robô. Cada vez mais as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas.

    Em breve, tudo poderá ser controlado por robôs. Os robôs são apenas máquinas: não sonham nem sentem e muito menos ficam cansados. Essa tecnologia, hoje adotada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido de um modo geral, êxito em questões levantadas sobre a redução de custos, aumento de produtividade e os vários problemas trabalhistas com funcionários.

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rotica. Acesso em: 20 maio 2010.

No trecho “Em breve, tudo poderá ser controlado por robôs.” (3° parágrafo), a expressão destacada indica uma ideia de


10. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo e, a seguir, responda.

Uma questão de ponto de vista

    E lá estava o menino segurando o rabo do gato e o gato fazendo a maior algazarra. Chega sua mãe e diz:

    - Pare de puxar o rabo desse gato, menino!

    E ele responde sem se abalar:

    - Eu não tô puxando, mãe, só estou segurando, quem tá puxando é ele...

Disponível em: http://sitededicas.ne10.uol.com.br/humor_ piadas2a.htm. Acesso: 26/11/2012.

Em qual dos trechos abaixo se percebe humor?


11. (SERJ). Leia o texto e responda.

Caipira indo pra igreja

    Era uma igreja daquelas bem tradicionais, que atraem romeiros de muitas cidades vizinhas. Ela ficava no alto de um morro muito alto e muito íngreme e uma escadaria imensa levava até o topo.

    Pois bem, dia de festa, o caipira ia subindo a ladeira, degrau por degrau, de joelhos. Nisso ele olha pra cima e vê uma velhinha rolando escada abaixo, quicando e girando feito uma bola. Atrás, vários homens vêm correndo desesperados, tentando alcançá-la e interromper a queda.

    A velhinha vai rolando bem na direção do caipira e, quando ela está pertinho, ao alcance de seus braços, o capiau dá um pulo de lado, desvia e a velha continua caindo.

    Quando o primeiro dos homens que tentavam salvar a idosa passa perto do caipira, ele não se contém. Agarra-o pelo colarinho e pergunta gritando:

    — Por que, infeliz??? Por que você não segurou a velhinha??

    E o caipira, com a cara mais lerda do mundo:

    — Uai... Sei lá se é promessa!...

Maurício Ricardo Quirino

No trecho “— Por que, infeliz??? Por que você não segurou a velhinha??”, o uso dos pontos de interrogação a cada pergunta reforça a seguinte característica do homem que salva a velhinha:


12. (SAEPI). Leia os textos abaixo.

Texto 1

O Videotinha

  Se você só vê tevê, e não lê

  Cuidado com ela, que a vida não é

  igual à novela, não é não,

  não é igual à novela.

  Conheci um garotinho

  Que virou um videotinha

  Sua cara foi tomando o formato da telinha

  Quase já não conversava e muito menos estudava.

  Porque o videogame era tudo o que ele queria.

  Para de jogar! Não paro não!

  Você vai endoidar! Não endoido não!

  Vem conversar. Não quero não.

  Estou vidrado na televisão.

  A leitura é uma aventura,

  que você faz sem sair do lugar.

  Não tem videogame, não.

  Nem computador

  Pra inventar histórias,

  Só o escritor!

  Leia livros!

Disponível em: http://vagalume.uol.com.br/bia-bedran. Acesso em: 8 jan. 2010. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

Texto 2

A importância da leitura e literatura infantil na formação das crianças e jovens

    [...] Inúmeros pesquisadores têm se empenhado em mostrar aos pais e professores a importância de se incluir o livro no dia a dia da criança.

    Bamberger afirma que, comparada ao cinema, ao rádio e à televisão, a leitura tem vantagens únicas. O leitor pode escolher entre os melhores escritos do presente e do passado. Lê onde e quando mais lhe convém, no ritmo que mais lhe agrada, podendo retardar ou apressar a leitura; interrompê-la, reler ou parar para refletir, a seu bel-prazer. Lê o que, quando, onde e como bem entender.

    Às crianças brasileiras, o acesso ao livro é dificultado por uma conjunção de fatores sociais, econômicos e políticos. São raras as bibliotecas escolares. As existentes não dispõem de um acervo adequado, e/ou de profissionais aptos a orientar o público infantil no sentido de um contato agradável e propício com os livros.

Disponível em: http://www.editoraetica.com.br. Fragmento. Acesso em: 8 jan. 2010. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

O assunto comum a esses dois textos é




Quiz 16: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 16: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 16: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.

Folha de São Paulo. Folhinha. p. 8, 12 fev. 2005.

Nesse texto, no alto da árvore, a mamãe passarinho está


2. Leia o texto abaixo.

O DONO DA BOLA

    Caloca morava na casa mais bonita da nossa rua. Os brinquedos que Caloca tinha, vocês não podem imaginar! Até um trem elétrico ele ganhou do avô.

    E tinha bicicleta, com farol e buzina, e tinha tenda de índio, carrinhos de todos os tamanhos e uma bola de futebol, de verdade. Caloca só não tinha amigos. Porque ele brigava com todo mundo. Não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Mas futebol ele tinha que jogar com a gente, porque futebol não se pode jogar sozinho.

    O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa. Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. Era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:

    – Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!

Rocha, Ruth. Marcelo, marmelo, martelo e outras histórias. Rio de Janeiro: Salamandra, p. 46.

Na frase “O que nós não tínhamos era bola de futebol.”, a palavra "nós" se refere


3. (SPAECE). Leia o texto abaixo.

Entrevista com Luís Fernando Veríssimo

Repórter: Com este romance, você criou seis livros policiais. O que o atrai no gênero?

Veríssimo: O romance policial é sempre uma leitura atraente. Se há um crime e uma investigação, sempre é possível “prender” o leitor. De certa maneira, o primeiro passo de um livro, que é o contato com o leitor, já está contido na ideia de espiar os passos dados até a solução de um mistério.

Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Segmento, 2009. p.16. Adaptado: Reforma ortográfica.

A expressão "prender o leitor” tem o sentido de


4. Leia o texto a seguir e responda.

O corvo e a raposa

    O Senhor Corvo estava empoleirado num galho de árvore, com um pedaço de queijo no bico.

    Comadre Raposa aproximou-se, atraída pelo cheiro. E cumprimentou alegremente o Corvo:

    ― Bom dia, Mestre Corvo! Como você está bonito! Acho que nunca vi ave mais bela. Francamente, se a sua voz é tão formosa como a sua plumagem, você é o rei dos pássaros.

    Ouvindo esses elogios, o Corvo quase estourou de satisfação. E, querendo mostrar que nem mesmo uma bela voz lhe faltava, abriu o bico para cantar. O queijo caiu e mais do que depressa a raposa apanhou-o. Antes de ir saborear o petisco, disse:

    ― Caro compadre, aprenda que todo bajulador vive à custa de quem o escuta. Acho que esta lição vale bem um pedaço de queijo.

(GÄRTNER, Hans. Fábulas de Esopo. Trad. Fernanda L. de Almeida. São Paulo, Ática, 1995.)

A Raposa elogiou o Corvo para ele


5. (SARESP). Leia os quadrinhos para responder à questão.

No segundo quadrinho, o coração cor-de-rosa atravessado por uma flecha indica que Nanda está:


6. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

O que é febre?

    A febre é uma reação do organismo para avisar que ele não está funcionando normalmente.

    A febre, por si só, não é uma doença, é um sintoma. Ela se manifesta através do aumento da temperatura do corpo e representa uma resposta organizada a uma doença.

    Temperaturas acima de 37,5º podem ser consideradas febre. Para alguns médicos, apenas temperaturas acima de 38ºC ou mais são consideradas febre.

    É importante saber que pode haver pequenas variações na temperatura de uma criança.

    Dependendo da temperatura ambiente e das atividades que estejam sendo realizadas, isso pode ser considerado normal.

O que é febre? Manual Araújo de saúde infantil. Drogaria Araújo, s/d.

O assunto desse texto é


7. Leia o texto abaixo e responda.

O alho bento

    Mané Frajola não tinha um centavo. Jurou que ia dar jeito na vida. E deu. Catou uma réstia de alho e saiu pro mundo, apregoando:

    – Alho bento! Olha o alho bento! Parou uma velha.

    – Alho bento? Serve prá que?

    – Isso aqui tira quebranto, olho gordo, azá de 7 anos. É só mordê, comê metade e passá a outra metade em cima do coração!

    A velha levou um dentinho, a peso de ouro. Depois veio um velho. Repetiu a pergunta, ouviu a mesma resposta. Levou! De crédulo em crédulo, Mané Frajola vendeu a réstia toda, até o final da manhã. Estava com os cobres. Mas aí veio o Conde Drácula, chegado da Transilvânia e não gostou da história. Aquela cidade toda cheirava a alho. Resultado: Mané Frajola foi contratado como copeiro do Conde para ganhar dinheiro e parar de vender alho bento. Milagre só acontece quando a prosa do contador de causo padece!

http://eptv.globo.com/caipira/

O modo como falam indica que os personagens dessa história são pessoas que


8. (SAEPE). Leia o texto abaixo e responda.

POR QUE NUNCA PARAMOS DE PENSAR?

    Porque o cérebro está sempre ligado. Não para nem mesmo quando adormecemos. Durante o sono, ele apenas funciona de um modo diferente, em outro tipo de processamento. Quando dormimos, as memórias são passadas a limpo e várias alterações neuronais são consolidadas conforme as experiências recentes. Durante o período de sono profundo, é verdade, não há um pensamento consciente, mas isso não significa que o cérebro não esteja ativo. Nos sonhos ocorre intensa atividade mental – inconsciente, segundo a psicanálise. Mesmo que você não esteja a par do sonho, o seu “eu” onírico sabe exatamente o que está acontecendo.

AGUIAR, Ana Carolina de Souza. Editora Abril. In: Revista Nova Escola,. Ano 21, nº 195, p. 28. 2006. Adaptado: Reforma Ortográfica.

Segundo esse texto, nunca paramos de pensar porque


9. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo.

FÁBULA ELEITORAL PARA CRIANÇAS

    Um dia, as coisas da natureza quiseram eleger o rei ou a rainha do universo. Os três reinos entraram logo a confabular. Entre os bichos era um tumulto formidável. Bandos de periquitos saíram em caravana eleitoral, matilhas de cães discursavam dentro da noite, cáfilas de camelos percorriam os desertos, formigas realizavam comícios fantásticos, a rainha das abelhas passava com o seu séquito, sem falar nos cardumes de peixes, nos lobos em alcateias pelos montes, nas manadas de búfalos pelas savanas, nas revoadas instantâneas dos pombos-correios.

(CAMPOS, Paulo Mendes. Fábula eleitoral... Para gostar de ler: crônicas. 2. ed. São Paulo: Ática, 1980. v. 5. Adaptado.)

Ao ler o texto, é possível notar que a história é contada por


10. (SAEPI). Leia o texto abaixo.

UUUUhhh

    A menina não gostou nem um pouco quando seu pai lhe disse que tinha que ir a Londres e que, por isso, ela deveria dormir sozinha na velha casa da família.

    Ela subiu as escadas até o seu quarto bem cedo naquela noite e virou a chave, trancando a porta. Fechou bem as janelas e puxou as pesadas cortinas vermelhas. Investigou o guarda-roupa e trancou-lhe as portas; ajoelhou-se e espiou debaixo da cama.

    Então, ela tirou a roupa e vestiu a camisola. Meteu-se debaixo das pesadas cobertas, na cama (era uma noite fria de inverno!). Ela não queria ler – apenas dormir, e o mais depressa possível! Ela se encolheu debaixo dos cobertores e apagou a luz.

    “Ótimo.”, disse uma vozinha. “Agora estamos bem seguras, trancadas aqui pela noite toda.”.

Disponível em: . Acesso em: 1 set. 2009.

Esse texto serve para


11. (SARESP-2011). Leia o texto abaixo.

    Certa vez, caminhando pela Mata Atlântica, encostei-me em uma árvore baixa, cujos galhos eram quase da minha altura. Foi quando vi um ninho de beija-flores disfarçado entre liquens. Imediatamente os filhotes levantaram suas cabeças para serem alimentados, como se eu fosse um de seus pais.

    Abandonei o local sem tocar nos filhotes, pois isso os prejudicaria.

    Ainda assim, tive tempo suficiente para observar a perfeição do ninho. Essa experiência foi muito bonita.

(MATUCK, Rubens. Viagens: manual do pequeno observador. São Paulo: Ática, 1997.)

Em – “Abandonei o local sem tocar nos filhotes, pois isso os prejudicaria.” – o pronome destacado “isso” se refere ao fato de


12. (SEDUC-GO). Leia o texto abaixo.

Clementina, a gata

    Clementina era uma gata de telhado, dessas gatas listradas. Vivia namorando, miando e tendo gatinhos. Mas era mais pra namoradeira do que pra mamadeira, quer dizer: não cuidava muito bem dos filhotes. Vivia esquecendo de dar de mamar.

    Ainda bem que Boby cuidava! Boby também era bassê, da mesma raça de Sua Avó. Se você não leu a história de Sua Avó, bem feito, vai pensar que estou falando de pessoa de sua família, Deus que me livre! É que Sua Avó era o nome de um cachorro que tive, quando era menina, da mesma raça de Boby, que tive quando meus filhos eram meninos.

    Boby cuidava dos gatinhos de Clementina. Só não dava de mamar, por motivo de Boby ser macho. Mas mãe como Boby nunca vi igual! Boby chamava Clementina de três em três horas, para a desalmada vir alimentar os gatinhos. Clementina, muito namoradeira, não queria vir, ficava requebrando em frente do portão, esquecida de que era uma senhora gata com obrigações familiares.

ORTHOF, Sylvia. Os bichos que tive. Salamandra, 2006, pág. 61. Fragmento.

Na frase “Mas mãe como Boby nunca vi igual!” (3° parágrafo), o ponto de exclamação indica