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domingo, 1 de janeiro de 2017

Quiz 1: PORTUGUÊS 5° ANO

Quiz 01: PORTUGUÊS 5° ANO
QUIZ 01: PORTUGUÊS 5° ANO

1. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

    Ana,

    me empreste o seu livro de Português?

    Eu devolvo logo.

    Obrigado,

    Marcos.

    Esse texto é um


2. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Disponível em: http://grafar.blogspot.com/2007/09/anabel-lancast.html. Acesso em: 10 jun. 2010.

Nesse texto, no último quadrinho, o pássaro e a menina


3. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

No trecho “Enquanto isso, tenha um bom dia”, a expressão destacada indica


4. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Mãos à água!

    Elas entram em contato com muitas coisas e podem levar micro-organismos nocivos para a boca, os olhos e outras partes do corpo. Por isso, as mãos pedem atenção especial. Devem ser lavadas antes das refeições, depois de ir ao banheiro e sempre que em contato com a sujeira. A pele da palma das mãos é diferente da restante do corpo e pode ser lavada mais vezes.

Ciência Hoje das Crianças. jan./fev. 2007, ano 20, nº176.

Qual é o assunto desse texto?


5. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

A surdez da bisavó

    – Vó, já são horas – diz o meu pai para a minha bisavó, depois do jantar. Mas a minha bisavó nem se mexe na cadeira.

    Então a minha mãe afirma que é preciso explicar-lhe melhor as coisas. Chega perto dela e diz:

    – Vó, já são horas de ir para a cama.

    Mas a minha bisavó, continua sem se mexer na cadeira.

    – Está cada vez mais surda coitada – murmura meu pai.

    E minha mãe insiste, mais uma vez:

    – Vó, já são horas de ir para a cama porque está muito frio.

    A minha bisavó nem se mexe, os olhos colados na TV no fundo da sala. [...]

    – Vó, já são horas de ir para a cama porque está muito frio e não queremos que fique gripada, porque depois fica com febre e precisa tomar remédio.

    A minha bisavó, nem um piu.

    Até que meu pai tira a mesa e não pensa mais no assunto. E a minha mãe volta a suspirar profundamente e vai lavar a louça.

    – Eu não sou surda – murmura então para mim a minha bisavó, com um sorriso no canto da boca e apontando para a televisão – mas não vou para a cama sem saber o restante.

    Quer dizer, sem saber se a moça loira e rica casa com o rapaz moreno e pobre.

    Encosta-se na cadeira e lá fica.

    Eu ia jurar que, alguns minutos depois, a ouvi roncar. Mas devia ser impressão minha.

    – Vi tudo até o fim – garante-me ela no dia seguinte...

VIEIRA, Alice. A surdez da bisavó. In: Livro com cheiro de baunilha. São Paulo: Texto Editores, 2009, p. 6-7. Fragmento.

No trecho “A minha bisavó, nem um piu.” (10° parágrafo), a expressão destacada significa que a bisavó


6. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

O velho crocodilo

  Amanhã vai casar-se o velho crocodilo.

  Pensa e pensa sentado na margem do Nilo:

  Pra noiva crocodila, o que dar de presente?

  Talvez uma escova, uma fita ou um pente.

  Pras pestanas? Pulseiras? Ou talvez um anel?

  Finalmente decide: será um chapéu.


  E sentado assim, lá na margem do Nilo,

  Pensa em quem convidar o Senhor crocodilo.

  Pensa: doce ou salgado será o banquete?

  E quanto à sobremesa: quem sabe sorvete?

  Ou quem sabe salame? Ou arenque do mar?

  Pensa velho crocó: como é duro casar!

Di-Versos hebraicos. Trad. Tatiana Belinky; Mira Perlow. São Paulo: Scipione, 1991.

Segundo esse texto, o velho crocodilo


7. (Prova Brasil). Leia o texto abaixo.

O disfarce dos bichos

    Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como “bicho-pau”. Ele é tão parecido com o galhinho, que pode ser confundido com o graveto.

    Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas. E há grilos que imitam folhas. Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defender dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação.

    O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica estudando os animais.

MAVIAEL MONTEIRO, José. Bichos que usam disfarces para defesa. FOLHINHA, 6 NOV. 1993.

O bicho-pau se parece com:


8. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

Chiquinha Mota Pereira

    Era uma menina que tinha uma grande amiga.

    Sempre que estava com vontade de brincar, era só chamar e a Chiquinha aparecia.

    Tá certo que Chiquinha só aparecia pra ela e pra mais ninguém. Mas isso não fazia a menor diferença, uma vez que a amiga não era de mais ninguém, era só dela.

    A menina não ficava nem um pouco chateada, porque as pessoas não viam a Chiquinha.

    E até apresentava a amiga pros outros, ou pra se divertir, ou porque se esquecia desse pequeno detalhe.

    – Esta aqui é a Chiquinha Mota Pereira, minha melhor amiga.

    As pessoas ficavam meio desconfiadas, olhando pra cara da menina. Uns diziam: “Cadê?”. Outros, querendo ser bonzinhos, comentavam: “Como ela é bonita!” E havia ainda uns que falavam: “Tá doida, menina? Não tem ninguém aí!”.

    A menina morria de rir. Que falta de imaginação! Ela sabia que as pessoas eram muito limitadas.

FALCÃO, Adriana. Chiquinha Mota Pereira. In: Sete histórias para contar. São Paulo: Moderna, 2008. p. 42-4. Fragmento.

A frase que mostra uma opinião sobre Chiquinha Mota Pereira é:


9. (PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

Qual a origem da expressão “pagar mico”?

    Ela vem do baralho infantil Jogo do Mico fabricado no Brasil desde a década de 1950. No jogo, as cartas têm figuras de animais e o jogador tem que formar pares com o macho e a fêmea de cada espécie. Mas, no baralho, o mico não tem par. Quem termina com a carta na mão perde – ou seja, paga o mico. Mas cuidado para não levar gato por lebre e confundir mico com pato. O “pagar o pato” vem da obra Le Facetiae, do italiano Giovanni Bracciolini, de 1450. O texto fala de um camponês que vendia patos. Uma mulher queria negociar o preço da ave com encontros entre ela e o vendedor. [...]

BARBOSA, Kleyson. Mundo Estranho. mar. 2010, p. 50. Fragmento.

O assunto desse texto é a


10. (PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

Qual a origem da expressão “pagar mico”?

    Ela vem do baralho infantil Jogo do Mico fabricado no Brasil desde a década de 1950. No jogo, as cartas têm figuras de animais e o jogador tem que formar pares com o macho e a fêmea de cada espécie. Mas, no baralho, o mico não tem par. Quem termina com a carta na mão perde – ou seja, paga o mico. Mas cuidado para não levar gato por lebre e confundir mico com pato. O “pagar o pato” vem da obra Le Facetiae, do italiano Giovanni Bracciolini, de 1450. O texto fala de um camponês que vendia patos. Uma mulher queria negociar o preço da ave com encontros entre ela e o vendedor. [...]

BARBOSA, Kleyson. Mundo Estranho. mar. 2010, p. 50. Fragmento.

No trecho "...com encontros entre ela e o vendedor.", a palavra "ela" substitui


11. (PROEB). Leia o texto abaixo.

A tartaruga e a lebre

    – Vamos apostar quem chega primeiro lá onde fica aquela árvore? – perguntou a tartaruga à lebre.

    A lebre riu dela:

    – Você está louca? Vagarosa como você é! Está se lembrando que sou um dos animais mais rápidos que existem?

    – Estou, sim. E continuo apostando.

    A lebre sabia que era capaz de chegar até a árvore em quatro pulos.

    – Está bem. Depois não diga que não avisei.

    Combinaram um prêmio e a lebre deixou a tartaruga partir.

    Pastou, escutou de que lado vinha o vento, dormiu – e enquanto isso a tartaruga ia indo, no seu passo solene. Tinha consciência de sua lentidão e, por isso, não parava de andar.

    – Essa aposta é indigna dos meus dotes – pensava a lebre.

    – Para a vitória ter algum valor, só saindo no último instante.

    Afinal, quando a tartaruga estava quase chegando ao fim combinado, partiu como uma flecha.

    Tarde demais. Quando chegou, a tartaruga já estava lá. Teve que lhe entregar o prêmio e, por cima, dar os parabéns.

    Mais vale um trabalho persistente do que dotes naturais mal aproveitados.

GÄRTNER, Hans; ZWERGER, Lisbeth. 12 fábulas de Esopo. São Paulo: Ática, 1999.

No final da história,


12. (PAEBES). Leia o texto abaixo.

DAVIS, Jim. Garfield. Folha de São Paulo, São Paulo, julho 1994. Caderno Folhinha.

Garfield concluiu que está se sentindo maluco, quando




10 comentários:

  1. no texto disfarce dos bichos a resposta esta errada

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    1. Ok! Problema resolvido. Erro de formatação. Muito obrigado por informar!!!!

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  2. nos acertamos 12 questoes e ganhamos 100%

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  3. Parabéns pelo blog! Adoro pesquisar as suas postagens!

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  4. adorei o blog e sabe eu uso muito para estudar e principalmente para a prova do sima que eu tenho tido

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  5. BOA TARDE PROFESSOR!!... TEM COMO PASSAR A RESPOSTA DESSE QUIZ NÚMERO 1???

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